Relatório | Decodificando a concorrência

11/03/2026

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O Brasil vive um momento decisivo na definição das regras que governam sua economia digital. Com o avanço do PL 4.675/2025, o país busca redesenhar o papel do CADE frente às grandes plataformas, migrando de uma atuação tradicional repressiva para um regime preventivo que impõe obrigações antes mesmo da ocorrência de distorções concorrenciais concretas. No entanto, essa transição ocorre em um cenário de incertezas globais, onde os modelos europeu e britânico que inspiram a proposta brasileira ainda enfrentam intensas controvérsias e resultados práticos ambíguos.

Neste primeiro relatório, intitulado “Decodificando a concorrência – Fundamentos e influências da regulação dos mercados digitais no Brasil”, mergulhamos nos fundamentos do projeto de lei e confrontamos suas premissas. Analisamos detalhadamente os três pilares da proposta — a designação de atores sistêmicos, a imposição de obrigações especiais e a criação de uma nova estrutura dentro do CADE — para avaliar se essas escolhas são, de fato, consistentes com o arcabouço regulatório brasileiro.

O estudo acende alertas fundamentais sobre os riscos de uma aprovação apressada. São destacados pontos críticos como o uso de conceitos imprecisos (a exemplo de “mercados digitais”) que expandem a discricionariedade administrativa, a instabilidade de critérios que podem ser alterados por normas infralegais e a falta de uma coordenação estruturada com reguladores setoriais, o que pode gerar sobreposições de regras e perda de credibilidade regulatória.

Convidamos você a explorar esta análise abrangente, essencial para quem deseja participar de forma qualificada da construção de um ambiente digital inovador. O futuro de mercados que representam 6,5% do PIB brasileiro está sendo decidido agora e exige um debate baseado em evidências, transparência e cautela institucional. Baixe o relatório completo e entenda os caminhos para uma regulação que promova a concorrência sem sufocar a inovação.

ACESSE O RELATÓRIO